Esta é a questão norteadora que estou tentando responder com minha pesquisa do TCC.
Na fundamentação teórica me baseio para que possa fundamentar a prática.
Esta questão surgiu a partir de meu Estágio Curricular e o uso das TICs em minhas aulas.
Com uma pesquisa de cunho qualitativo estou procurando demonstrar as observações que tenho anotado desde o período de estágio e para melhor qualificar a pesquisa elaborei questionários para alunos e professores da Escola.
Com todas estas mudanças proporcionadas pela inclusão de minha turma no mundo tecnológico surgiu o interesse por esta pesquisa que apresento a Tecnologia como perspectiva e as diferentes mídias fazendo parte do processo de inclusão em minha escola Realizando uma análise mais profunda sobre estas mídias nas relações dos profissionais e alunos no processo de ensino e aprendizagem. Perguntas que ficaram no meu pensamento quanto a este assunto:
Como as TICS podem auxiliar na proposta pedagógica da Escola?
Como incluir os meus colegas professores digitalmente?
Será que os colegas vão utilizar esta tecnologia como recurso para sua área, ou só por levar os alunos para passar o tempo?
Como programar aulas com um laboratório de informática bem equipado?
Estas aos poucos estão sendo respondidas e o importante é ressaltar que estes foram os primeiros passos para a inclusão digital de minha Escola.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
EDUCAÇÃO LIBERTADORA NO MUNDO TECNOLÓGICO!
... o meu respeito da identidade cultural do outro exige de mim que eu não pretenda impor ao outro uma forma de ser de minha cultura, que tem outros cursos, mas também o meu respeito não me impõe negar aos outros a curiosidade que ele possui e o que ele quer saber mais daquilo que sua cultura propõe (FREIRE, 2003, p.130).
Para Freire devemos respeitar a identidade cultural dos indivíduos, mas também mais do que eles sabem, ou seja, sair da realidade que os circunda para explorar o que o mundo fora tem a oferecer.
Nas classes populares, nós educadores, muitas vezes deixamos de levar conhecimentos diferentes aos nossos alunos, por pensar que eles não terão condições de acompanhar tendo em vista a realidade em que vivem os excluindo e deixando a mercê de falta de informações da modernização em que se encontra nosso país.
Como libertar as expressões de nossos jovens neste mundo em que o capital domina? Com uma educação voltada para que estes aprendam a pensar, a criticar e a manusear todo tipo de tecnologia que o mundo moderno nos dispõe. É obrigação de a Escola lutar pelo direito de dignidade de seus alunos. Freire nos coloca que:
[...] o exercício de pensar o tempo, de pensar a técnica, de pensar o conhecimento enquanto se conhece, de pensar o quê das coisas, o para quê, o como, o em favor de quê, de quem, o contra quê, o contra quem são exigências fundamentais de uma educação democrática à altura dos desafios do nosso tempo (FREIRE, 2000a, p. 102).
Como parte do desenvolvimento da criticidade em nossos alunos, necessitamos adentrarmos na libertação pela tecnologia. Mesmo Freire tinha um pensamento a respeito da evolução do humano pela tecnologia e com suas palavras colocou “Faço questão enorme de ser um homem de meu tempo e não um homem exilado dele” (FREIRE, 1984a, p.1). O autor chega a observar que as questões tecnológicas são políticas e que a sociedade será transformada quando todos os homens apropriarem-se desta e incorporarem a uma educação libertadora. Assim, quando aliada a educação, à tecnologia deve ser utilizada com a finalidade de levar esses conhecimentos aos alunos, para que estes estejam “inseridos” nas mudanças ocorridas no mundo. Neste sentido, salienta-se que usaremos as novas culturas, neste caso as tecnológicas, para transformar o mundo.
Para Freire devemos usar a tecnologia sem “... divinizá-la.” (FREIRE, 1992, p.133) e sim dialogar sobre seu uso de forma abrangente, considerando que as máquinas podem auxiliar o ser humano, mas não devem se tornar o elemento principal destes. Nesta concepção do uso da tecnologia em favor da aprendizagem, os educadores devem estar bem preparados como mediadores e aprendizes junto aos seus alunos, pois corremos o risco de entrarmos na onda do consumismo gerado pelo sistema capitalista em nosso país onde o ter é muito mais importante do que ser, sendo assim gerada uma desigualdade social extremamente grande, onde a pobreza cada dia aumenta mais e o poder de vida digna diminui.
Não devemos deixar de colocar as diversas visões do uso da tecnologia aos nossos alunos. Sempre refletindo sobre uma educação que liberta e não que nos amarra e massifica, isto é, que não deixa aos educandos liberdade de expressar suas idéias individualmente e de maneira criativa. Para que haja a inclusão da tecnologia na Escola, é necessário que esta desenvolva uma visão inovadora, considerando fundamentalmente o humanismo, a partir da conservação das relações entre professores e alunos, que são os atores principais neste grande palco que é a educação na escola do século XXI.
REFERÊNCIAS:
Conversa com Paulo Freire – BOLEMA,
Boletim de Educação Matemática, Ano 16, n.20, 2003.
FREIRE, Paulo. A máquina está a serviço de quem? Revista BITS, p. 6, maio de 1984
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra: 1968b.
____________________________________________________________________
Por que Paulo Freire em meu TCC!
Desde 1982 quando me formei no magistério tive a Referência em Paulo Freire. Na ápoca em que iniciei minha carreira como educadora, adorava as idéias desde autor, porém via como Utopia, pois nossa realidade passava longe de uma educação libertadora!
Hoje posso afirmar que posso referedar meu TCC com as palavras de Freire, este mestre que tinha idéias tão a frente de seu tempo nos trás a tecnologia como algo importante na libertação dos homens. Que sejamos nós educadores a levar uma educação libertadora neste mundo novo em que nossas Escolas se encontram, o mundo digital e virtual.
Para Freire devemos respeitar a identidade cultural dos indivíduos, mas também mais do que eles sabem, ou seja, sair da realidade que os circunda para explorar o que o mundo fora tem a oferecer.
Nas classes populares, nós educadores, muitas vezes deixamos de levar conhecimentos diferentes aos nossos alunos, por pensar que eles não terão condições de acompanhar tendo em vista a realidade em que vivem os excluindo e deixando a mercê de falta de informações da modernização em que se encontra nosso país.
Como libertar as expressões de nossos jovens neste mundo em que o capital domina? Com uma educação voltada para que estes aprendam a pensar, a criticar e a manusear todo tipo de tecnologia que o mundo moderno nos dispõe. É obrigação de a Escola lutar pelo direito de dignidade de seus alunos. Freire nos coloca que:
[...] o exercício de pensar o tempo, de pensar a técnica, de pensar o conhecimento enquanto se conhece, de pensar o quê das coisas, o para quê, o como, o em favor de quê, de quem, o contra quê, o contra quem são exigências fundamentais de uma educação democrática à altura dos desafios do nosso tempo (FREIRE, 2000a, p. 102).
Como parte do desenvolvimento da criticidade em nossos alunos, necessitamos adentrarmos na libertação pela tecnologia. Mesmo Freire tinha um pensamento a respeito da evolução do humano pela tecnologia e com suas palavras colocou “Faço questão enorme de ser um homem de meu tempo e não um homem exilado dele” (FREIRE, 1984a, p.1). O autor chega a observar que as questões tecnológicas são políticas e que a sociedade será transformada quando todos os homens apropriarem-se desta e incorporarem a uma educação libertadora. Assim, quando aliada a educação, à tecnologia deve ser utilizada com a finalidade de levar esses conhecimentos aos alunos, para que estes estejam “inseridos” nas mudanças ocorridas no mundo. Neste sentido, salienta-se que usaremos as novas culturas, neste caso as tecnológicas, para transformar o mundo.
Para Freire devemos usar a tecnologia sem “... divinizá-la.” (FREIRE, 1992, p.133) e sim dialogar sobre seu uso de forma abrangente, considerando que as máquinas podem auxiliar o ser humano, mas não devem se tornar o elemento principal destes. Nesta concepção do uso da tecnologia em favor da aprendizagem, os educadores devem estar bem preparados como mediadores e aprendizes junto aos seus alunos, pois corremos o risco de entrarmos na onda do consumismo gerado pelo sistema capitalista em nosso país onde o ter é muito mais importante do que ser, sendo assim gerada uma desigualdade social extremamente grande, onde a pobreza cada dia aumenta mais e o poder de vida digna diminui.
Não devemos deixar de colocar as diversas visões do uso da tecnologia aos nossos alunos. Sempre refletindo sobre uma educação que liberta e não que nos amarra e massifica, isto é, que não deixa aos educandos liberdade de expressar suas idéias individualmente e de maneira criativa. Para que haja a inclusão da tecnologia na Escola, é necessário que esta desenvolva uma visão inovadora, considerando fundamentalmente o humanismo, a partir da conservação das relações entre professores e alunos, que são os atores principais neste grande palco que é a educação na escola do século XXI.
REFERÊNCIAS:
Conversa com Paulo Freire – BOLEMA,
Boletim de Educação Matemática, Ano 16, n.20, 2003.
FREIRE, Paulo. A máquina está a serviço de quem? Revista BITS, p. 6, maio de 1984
FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra: 1968b.
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Por que Paulo Freire em meu TCC!
Desde 1982 quando me formei no magistério tive a Referência em Paulo Freire. Na ápoca em que iniciei minha carreira como educadora, adorava as idéias desde autor, porém via como Utopia, pois nossa realidade passava longe de uma educação libertadora!
Hoje posso afirmar que posso referedar meu TCC com as palavras de Freire, este mestre que tinha idéias tão a frente de seu tempo nos trás a tecnologia como algo importante na libertação dos homens. Que sejamos nós educadores a levar uma educação libertadora neste mundo novo em que nossas Escolas se encontram, o mundo digital e virtual.
domingo, 10 de outubro de 2010
O PAPEL DO PROFESSOR NA ERA DIGITAL!
Quando questionada pela professora Geny sobre a acomodação dos professores em trabalhar com tecnologias com os alunos refleti e vi que muitos não estão acomodados, mas sim não possuem oportunidades de verem a importãncia do uso das TICs em nossas aulas. Acredito que o professor seja produto do sistema capitalista que ai está. Por que qualificar os professores? Estes então irão qualificar suas aulas e tornar assim os sujeitos que ensinam pessoas críticas e capazes de oporem-se ao sistema. Temos muita sorte em sermos alunos do PEAD, esta parte de professores-alunos agora estão dividindo com os outros a importãncia de educar com as novas mídias,pois é necessário que mudanças ocorram na Escola.
No mundo de hoje, onde ocorreram tantas mudanças e transformações é necessário que a Escola também sofra mudanças. Para que estas mudanças sejam efetivas os professores devem cada vez mais procurarem qualificação.
As novas mídias e tecnologias fazem parte cada vez mais do mundo atual. Não pensar em modificar e adequar nossa prática pode nos deixar no passado e sem vínculo com nossos alunos.
Para Moran:
"Ensinar não é só falar, mas comunicar-se com credibilidade. É falar de algo que conhecemos intelectual e vivencialmente e que, pela interação autêntica, contribua para que os outros e nós mesmos avancemos no grau de compreensão do que existe."(Moran, 2009).
Segundo o autor para ensinar, nós professores devemos estae bem preparados e qualificados para termos credibilidade, sendo assim vamos ensinar e também aprender com os nossos alunos.
Em meu TCC estou pesquisando sobre a inclusão de minha Escola na era digital, meu tema é:
A TECNOLOGIA COMO PERSPECTIVA:
NOSSA ESCOLA NO CAMINHO DA INCLUSÃO DIGITAL
Como pergunta norteadora tenho:
Quais os efeitos do uso de Tecnologia em uma escola da periferia de Gravataí?
No decorrer da pesquisa, que tem como objeto de Estudo minha Escola depois do Estágio Curricular, tenho me deparado com colegas que buscam aprender sobre as tecnologias para então possa fazer parte de nossa proposta pedagógica.
REFERÊNCIA:
http://www.eca.usp.br/prof/moran/textos.htm Acessado em 10/10/2010
A referência utilizada foi pesquisada nas aulas proporcionadas pela Interdisciplina de
Educação e Tecnologias da Informação e da Comunicação -EIXO I
No mundo de hoje, onde ocorreram tantas mudanças e transformações é necessário que a Escola também sofra mudanças. Para que estas mudanças sejam efetivas os professores devem cada vez mais procurarem qualificação.
As novas mídias e tecnologias fazem parte cada vez mais do mundo atual. Não pensar em modificar e adequar nossa prática pode nos deixar no passado e sem vínculo com nossos alunos.
Para Moran:
"Ensinar não é só falar, mas comunicar-se com credibilidade. É falar de algo que conhecemos intelectual e vivencialmente e que, pela interação autêntica, contribua para que os outros e nós mesmos avancemos no grau de compreensão do que existe."(Moran, 2009).
Segundo o autor para ensinar, nós professores devemos estae bem preparados e qualificados para termos credibilidade, sendo assim vamos ensinar e também aprender com os nossos alunos.
Em meu TCC estou pesquisando sobre a inclusão de minha Escola na era digital, meu tema é:
A TECNOLOGIA COMO PERSPECTIVA:
NOSSA ESCOLA NO CAMINHO DA INCLUSÃO DIGITAL
Como pergunta norteadora tenho:
Quais os efeitos do uso de Tecnologia em uma escola da periferia de Gravataí?
No decorrer da pesquisa, que tem como objeto de Estudo minha Escola depois do Estágio Curricular, tenho me deparado com colegas que buscam aprender sobre as tecnologias para então possa fazer parte de nossa proposta pedagógica.
REFERÊNCIA:
http://www.eca.usp.br/prof/moran/textos.htm Acessado em 10/10/2010
A referência utilizada foi pesquisada nas aulas proporcionadas pela Interdisciplina de
Educação e Tecnologias da Informação e da Comunicação -EIXO I
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
A ESCOLA NA ERA DIGITAL - 2!
REFLETINDO SOBRE O COMENTÁRIO DA PROFESSORA GENY NA POSTAGEM :http://peadportfolio156608.blogspot.com/2010/09/escola-na-era-digital.html
OBRIGADA PELO COMENTÁRIO PROFESSORA!
A TECNOLOGIA COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA:
Como educadores temos o compromisso e a obrigação de levar aos nossos alunos conhecimento na área tecnológica. Em primeiro lugar acredito que não é possível apenas com boa vontade, mas sim de estudar caminhos para a inclusão das TICs na Escola. Devemos como educadores obter conhecimento sobre o assunto e também estarmos preparados para aprender junto com nossos alunos.
Partindo das palavras do Prof. José Junio Lopes podemos refletir sobre o tema:
Vivemos em um mundo tecnológico, onde a Informática é uma das peças principais. Conceber a Informática como apenas uma ferramenta é ignorar sua atuação em nossas vidas. E o que se percebe?! Percebe-se que a maioria das escolas ignora essa tendência tecnológica, do qual fazemos parte; e em vez de levarem a Informática para toda a escola, colocam-na circunscrita em uma sala, presa em um horário fixo e sob a responsabilidade de um único professor. Cerceiam assim, todo o processo de desenvolvimento da escola como um todo e perdem a oportunidade de fortalecer o processo pedagógico. (Lopes)
A informática deve ser levada para sala de aula como outro recurso, exemplo, livros, e assim trabalhada por todos os professores e não apenas por apenas um. Não devemos correr o risco de fragmentar a informática na Escola, como mais um conteúdo sim ter como parte integrante do currículo, não teremos aula apenas para aprender manejar as máquinas e sim utilizar este recurso junto aos alunos para o desenvolvimento das aprendizagens. Desta forma os alunos irão aprender com a tecnologia.
REFERÊNCIAS:
http://www.clubedoprofessor.com.br/artigos/artigojunio.htm Prof. José Junio Lopes: Acessado em 30/09/2010
OBRIGADA PELO COMENTÁRIO PROFESSORA!
A TECNOLOGIA COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA:
Como educadores temos o compromisso e a obrigação de levar aos nossos alunos conhecimento na área tecnológica. Em primeiro lugar acredito que não é possível apenas com boa vontade, mas sim de estudar caminhos para a inclusão das TICs na Escola. Devemos como educadores obter conhecimento sobre o assunto e também estarmos preparados para aprender junto com nossos alunos.
Partindo das palavras do Prof. José Junio Lopes podemos refletir sobre o tema:
Vivemos em um mundo tecnológico, onde a Informática é uma das peças principais. Conceber a Informática como apenas uma ferramenta é ignorar sua atuação em nossas vidas. E o que se percebe?! Percebe-se que a maioria das escolas ignora essa tendência tecnológica, do qual fazemos parte; e em vez de levarem a Informática para toda a escola, colocam-na circunscrita em uma sala, presa em um horário fixo e sob a responsabilidade de um único professor. Cerceiam assim, todo o processo de desenvolvimento da escola como um todo e perdem a oportunidade de fortalecer o processo pedagógico. (Lopes)
A informática deve ser levada para sala de aula como outro recurso, exemplo, livros, e assim trabalhada por todos os professores e não apenas por apenas um. Não devemos correr o risco de fragmentar a informática na Escola, como mais um conteúdo sim ter como parte integrante do currículo, não teremos aula apenas para aprender manejar as máquinas e sim utilizar este recurso junto aos alunos para o desenvolvimento das aprendizagens. Desta forma os alunos irão aprender com a tecnologia.
REFERÊNCIAS:
http://www.clubedoprofessor.com.br/artigos/artigojunio.htm Prof. José Junio Lopes: Acessado em 30/09/2010
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
A ESCOLA NA ERA DIGITAL!
Um pouco do que penso sobre a Interdisciplina de TICs do EIXO I:
O professor Moran com suas palavras está norteando muito meu TCC.
No mundo de hoje, onde ocorreram tantas mudanças e transformações estas decorrentes de uma globalização a cada dia mais consistente e que afeta a área educacional, portanto é necessário que a Escola também sofra mudanças. As novas mídias e tecnologias (televisão, vídeo, rádio, celular, computador) fazem parte cada vez mais do mundo atual.
Para Moran:
“A escola pode ser um espaço de inovação, de experimentação saudável de novos caminhos. Não precisamos romper com tudo, mas implementar mudanças e supervisioná-las com equilíbrio e maturidade.”
Como espaços de inovação deveram trazer para escola novas oportunidades de aprendizagem aos nossos alunos, estas estão ocorrendo de forma muito lenta na educação, pois os profissionais que trabalham nela não estão ainda preparados para tanto. Até que ponto devemos trazer para nossos alunos inovações? É fortemente relevante que pensemos em uma proposta pedagógica que traga meios aos alunos de integrar-se a este mundo novo, moderno e cheio de aparatos tecnológicos. Estarão nossas escolas preparadas para a era digital deste novo mundo?
REFERÊNCIAS:
MORAN, José Manuel. Desafios na Comunicação Pessoal. 3ª Ed. São Paulo: Paulinas, 2007, p. 162-166. Disponível em: http://www.eca.usp.br/prof/moran/textos.htm - Acessado em: 22/08/2010.
O professor Moran com suas palavras está norteando muito meu TCC.
No mundo de hoje, onde ocorreram tantas mudanças e transformações estas decorrentes de uma globalização a cada dia mais consistente e que afeta a área educacional, portanto é necessário que a Escola também sofra mudanças. As novas mídias e tecnologias (televisão, vídeo, rádio, celular, computador) fazem parte cada vez mais do mundo atual.
Para Moran:
“A escola pode ser um espaço de inovação, de experimentação saudável de novos caminhos. Não precisamos romper com tudo, mas implementar mudanças e supervisioná-las com equilíbrio e maturidade.”
Como espaços de inovação deveram trazer para escola novas oportunidades de aprendizagem aos nossos alunos, estas estão ocorrendo de forma muito lenta na educação, pois os profissionais que trabalham nela não estão ainda preparados para tanto. Até que ponto devemos trazer para nossos alunos inovações? É fortemente relevante que pensemos em uma proposta pedagógica que traga meios aos alunos de integrar-se a este mundo novo, moderno e cheio de aparatos tecnológicos. Estarão nossas escolas preparadas para a era digital deste novo mundo?
REFERÊNCIAS:
MORAN, José Manuel. Desafios na Comunicação Pessoal. 3ª Ed. São Paulo: Paulinas, 2007, p. 162-166. Disponível em: http://www.eca.usp.br/prof/moran/textos.htm - Acessado em: 22/08/2010.
domingo, 12 de setembro de 2010
CERTEZAS? SEMINÁRIO I
No ano de 2006,quando iniciamos o curso do PEAD em uma atividade do Seminário Integrador I, tivemos a oportunidade de realizar a leitura do texto CADÊ A CERTEZA QUE ESTAVA AQUI? de Cleci Maraschin, depois da leitura tivemos que participar de um fórum de discussão, foram nossos primeiros fóruns e estas as colocações que coloquei neste:
08/09/2006 01:29:04
MARIA PINTO BITELLE
Silvestre Novak disse:
Convido-vos à leitura do texto CADÊ A CERTEZA QUE ESTAVA AQUI?de Cleci Maraschin, e a discussão neste fórum, procurando identificar e refletir sobre os principais conceitos abordados bem como estabelecer relações com sua prática docente, no entrecruzamento com as múltiplas experiências e visões de mundo presentes no dia-a-dia da contemporaneidade, num contexto de quebras de certezas e no que isso implica no campo educacional.
CERTEZA? Os conceitos abordados no texto vêm de encontro às práticas docentes hoje aplicadas em sala de aula, o medo de perder o aluno para o mundo tecnológico. Tenho em minha concepção que a escola não está ainda hoje no século vinte um, adequada ao mundo de informações e avanços, mas acredito que para termos uma escola onde o aluno tenha uma aprendizagem realmente significativa, a mudança deve começar por nós, educadores, pois conhecimento na minha visão é algo compartilhado, interação entre aluno-professor, professor-aluno. Em outra oportunidade colocarei neste espaço, uma maior contribuição sobre a realidade de minha escola.
12/09/2006 21:22:49
MARIA PINTO BITELLE
CERTEZAS? Quando penso na realidade de minha escola, que se localiza em uma comunidade extremamente carente, onde os pais de meus alunos há anos atrás tiveram que acampar em frente à prefeitura para garantir o terreno que hoje eles vivem e nesta luta tiveram vitórias, como hoje a vila possui escola, posto de saúde e uma associação de moradores, que luta por seus direitos até hoje, é que vejo que o mundo tecnológico tem que fazer parte desta comunidade. É através da escola que isto pode ocorrer. Se nossos alunos seguirem o exemplo de seus pais, lutando por seus direitos sociais, e a escola proporcionar um conhecimento que acompanhe a realidade do mundo de hoje, acredito que ajudaremos a formar cidadãos mais críticos e transformadores do lugar onde vivem.
08/09/2006 01:29:04
MARIA PINTO BITELLE
Silvestre Novak disse:
Convido-vos à leitura do texto CADÊ A CERTEZA QUE ESTAVA AQUI?de Cleci Maraschin, e a discussão neste fórum, procurando identificar e refletir sobre os principais conceitos abordados bem como estabelecer relações com sua prática docente, no entrecruzamento com as múltiplas experiências e visões de mundo presentes no dia-a-dia da contemporaneidade, num contexto de quebras de certezas e no que isso implica no campo educacional.
CERTEZA? Os conceitos abordados no texto vêm de encontro às práticas docentes hoje aplicadas em sala de aula, o medo de perder o aluno para o mundo tecnológico. Tenho em minha concepção que a escola não está ainda hoje no século vinte um, adequada ao mundo de informações e avanços, mas acredito que para termos uma escola onde o aluno tenha uma aprendizagem realmente significativa, a mudança deve começar por nós, educadores, pois conhecimento na minha visão é algo compartilhado, interação entre aluno-professor, professor-aluno. Em outra oportunidade colocarei neste espaço, uma maior contribuição sobre a realidade de minha escola.
12/09/2006 21:22:49
MARIA PINTO BITELLE
CERTEZAS? Quando penso na realidade de minha escola, que se localiza em uma comunidade extremamente carente, onde os pais de meus alunos há anos atrás tiveram que acampar em frente à prefeitura para garantir o terreno que hoje eles vivem e nesta luta tiveram vitórias, como hoje a vila possui escola, posto de saúde e uma associação de moradores, que luta por seus direitos até hoje, é que vejo que o mundo tecnológico tem que fazer parte desta comunidade. É através da escola que isto pode ocorrer. Se nossos alunos seguirem o exemplo de seus pais, lutando por seus direitos sociais, e a escola proporcionar um conhecimento que acompanhe a realidade do mundo de hoje, acredito que ajudaremos a formar cidadãos mais críticos e transformadores do lugar onde vivem.
O texto de Cleci Maraschin, agora revisto coloca bem sobre questões em que nós professores estamos passando, com as mudanças em um mundo cada vez mais informatizado. O medo de não chamar atenção dos alunos para nossas aulas. A Escola fora destes avanços não pode continuar. Nas minhas colocações do fórum já colocava em 2006 que é através da Escola que os alunos podem transformar a realidade que vivem se dermos oportunidades diferentes de conhecimento. Em meu estágio pude começar a trabalhar com tecnologia e com esta arquitetura ter aulas diferentes o que ocasionou mudanças significativas na Escola. Hoje a razão de minha pesquisa para o TCC é esta, a inserção de minha escola na era digital. A principio pensei em trabalhar a tecnologia na redução da violência escolar, mas percebi em tempo que a violência é uma conseqüência da Escola estar inserida em uma comunidade extremamente carente, portanto temos a violência social. Concordo com as palavras de Maraschim:
“O papel da escola, do professor não seria tanto o de divulgar as informações, já que para isso dispomos de outros meios com eficiência superior. Mas sim o de possibilitar o conhecimento. A escola da informação deve dar lugar à escola do conhecimento sob pena de sucumbir. Não existiria a necessidade de uma competição com os novos recursos da informação, mas sim a descoberta, a construção de modos criativos de conhecimento usando as múltiplas e variadas modalidades de informação já disponíveis.”
Nosso objetivo deve ser de aliar as novas mídias em nossas aulas e junto com os alunos aprender. Em 2006 eu só pensava desta maneira, hoje mais capacitada com o curso do PEAD, pratico.
REFERÊNCIAS:https://www.ead.ufrgs.br/rooda/aulas/abrirArquivo.php/turmas/1307/atividades/3199/certezas.pdf Acessado em: 12 de setembro de 2010.
https://www.ead.ufrgs.br/rooda/rooda.php Acessado em: 12 de setembro de 2010.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
INICIANDO O TCC!!!
INICIANDO O TCC
"Proposta de Investigação para o TCC:
Com a utilização do Laboratório de informática para minhas aulas do estágio curricular ocorreram muitas mudanças. Alguns colegas passaram a fazer cursos para também poder utilizar o espaço. Estamos pensando, enquanto grupo, em comprar um Projetor Multimídia. A biblioteca foi reformada para receber mais computadores.
As diferentes mídias farão parte do processo de inclusão em minha escola e me interesso em pesquisar sobre este tema, realizando uma análise mais profunda sobre estas mídias nas relações dos profissionais e alunos no processo de ensino e aprendizagem. Perguntas que ficam no meu pensamento quanto a este assunto:
Como as TICS podem auxiliar na proposta pedagógica da Escola?
Como incluir os meus colegas professores digitalmente?
Será que os colegas vão utilizar esta tecnologia como recurso para sua área, ou só por levar os alunos para passar o tempo?
Como programar aulas com um laboratório de informática bem equipado? (RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR, MARIA PINTO BITELLE, 2010, p. 24) "
Esta foi à proposta para investigação de meu trabalho de conclusão do curso de Pedagogia. O estágio chegou ao final, mas suas marcas foram profundas. Hoje na Escola continuo utilizando as tecnologias em minhas aulas, com meus alunos da turma 56. Com esta inovação em muitas ocasiões meus colegas pedem ajuda com dicas de apoio pedagógico utilizando o conhecimento que possuo em mídias na educação.
Neste momento, na Escola estamos enfrentando um problema de violência muito grande. Os alunos do turno da manhã, principalmente os de 5ª série do ensino fundamental de oito anos, reúnem-se em grupos, que eles chamam de “gangue” e cometem atos de bullying,o que ocasionou motivo de conversas entre o grupo docente.
Outro grave problema é que estes alunos são oriundos em sua maioria de famílias onde a drogatização é muito presente e este fato está chegando à escola. Esta semana foi chamado um grupo da Brigada Militar para que conversasse com um grupo específico de alunos e em sua palestra pudesse orientar melhor os alunos.
No turno da manhã trabalho como bibliotecária e até pouco tempo estava substituindo a professora de inglês, que estava vago em nosso quadro. Como tenho um bom relacionamento com os alunos, fui chamada para esta reunião e convidada a realizar um trabalho de prevenção ao bowling e as drogas. São 15 alunos, todos meninos.
Em minha turma de estágio curricular passo por situações parecidas com as que estes alunos enfrentam. Vejo que como sou apenas eu trabalhando com projetos com meus alunos, consigo resolver ou amenizar muitos. Já ouvi muitas colocações como, por exemplo:--- Como tu estas conseguindo estes milagres com o aluno X ou Y? Não são milagres, é um trabalho de amor e respeito mútuo que tenho com meus alunos. É uma prática voltada para a realidade deles e com a participação efetiva deles. Nas turmas de 5ª serie no qual estes alunos estão eles tem seis professores diferentes e acredito estarem perdidos.
Minha intenção de pesquisar as vantagens do uso da tecnologia na Escola está contemplada, mas de uma forma diferente, acredito que mais direcionada na ajuda da mudança de comportamento de alunos em uma escola localizada em uma comunidade extremamente carente e com isto é necessário ter uma visão voltada para a Educação popular. Como nos coloca Becker:
"Pensamos, por isso, que o movimento próprio do processo de construção do conhecimento deve impregnar a sala de aula, em particular, e o sistema educacional, em Geral. A sala de aula deve ser inserida na História e no espaço social. O compromisso da Escola deve ser o de construir o novo, superando o arcaico, e não o de repetir, interminavelmente, o antigo."(BECKER, 1992, p. 6)
A pretensão de utilizar a tecnologia para trabalhar este tema se torna forte, pois nos dias de hoje o espaço educacional deve propor a seus alunos maneiras diferente de integração na realidade. Estou elaborando um projeto para trabalhar com eles e fiquei pensando:
Como a tecnologia pode ajudar a combater a violência e as drogas na Escola?
Neste projeto vou ter contado com estes alunos por 2 horas ao dia, os cinco dias da semana. No dia 23 de agosto vou ter meu primeiro contato. Quero escutar as idéias que eles trazem e propor algumas. Nossos encontros serão na biblioteca da escola, que é onde ficam os computadores.
Em curto prazo foi pensado na reunião que a Direção e a Brigada tiveram com estes alunos que pesquisem sobre o assunto e apresentem para a Escola no dia 1° de setembro. Eu tendo poucos dias vou elaborar este trabalho como disparador de minha pesquisa e nominá-lo como “acolhimento”, “integração”, “conhecimento”, não sei ainda.
Penso em preparar material com a tecnologia: como pesquisa na internet, músicas, filmes de “esquetes” que eles mesmos podem criar e gravar, blog, slides, banner. Tenho como base para este começo as palavras do professor Moran:
"É importante educar para usos democráticos, mais progressistas e participativos das tecnologias, que facilitem a evolução dos indivíduos. {...} Urge também a educação para as mídias, para compreendê-las, criticá-las e utilizá-las da forma mais abrangente possível."(Moran, 2007)
Como abranger de forma possível este tema que hoje está tão em pauta e com a utilização da tecnologia? Será realmente possível? Os alunos terão uma mudança e evolução em seu comportamento, não apenas de forma superficial, mas de maneira a transformar a realidade?
REFERÊNCIAS:
MORAN, José Manuel. Desafios na Comunicação Pessoal. 3ª Ed. São Paulo: Paulinas, 2007, p. 162-166. Disponível em: http://www.eca.usp.br/prof/moran/textos.htm - Acessado em: 22/08/2010.
http://www.crmariocovas.sp.gov.br/pdf/ideias_20_p087-093_c.pdf Acessado em: 22/08/201
"Proposta de Investigação para o TCC:
Com a utilização do Laboratório de informática para minhas aulas do estágio curricular ocorreram muitas mudanças. Alguns colegas passaram a fazer cursos para também poder utilizar o espaço. Estamos pensando, enquanto grupo, em comprar um Projetor Multimídia. A biblioteca foi reformada para receber mais computadores.
As diferentes mídias farão parte do processo de inclusão em minha escola e me interesso em pesquisar sobre este tema, realizando uma análise mais profunda sobre estas mídias nas relações dos profissionais e alunos no processo de ensino e aprendizagem. Perguntas que ficam no meu pensamento quanto a este assunto:
Como as TICS podem auxiliar na proposta pedagógica da Escola?
Como incluir os meus colegas professores digitalmente?
Será que os colegas vão utilizar esta tecnologia como recurso para sua área, ou só por levar os alunos para passar o tempo?
Como programar aulas com um laboratório de informática bem equipado? (RELATÓRIO DO ESTÁGIO CURRICULAR, MARIA PINTO BITELLE, 2010, p. 24) "
Esta foi à proposta para investigação de meu trabalho de conclusão do curso de Pedagogia. O estágio chegou ao final, mas suas marcas foram profundas. Hoje na Escola continuo utilizando as tecnologias em minhas aulas, com meus alunos da turma 56. Com esta inovação em muitas ocasiões meus colegas pedem ajuda com dicas de apoio pedagógico utilizando o conhecimento que possuo em mídias na educação.
Neste momento, na Escola estamos enfrentando um problema de violência muito grande. Os alunos do turno da manhã, principalmente os de 5ª série do ensino fundamental de oito anos, reúnem-se em grupos, que eles chamam de “gangue” e cometem atos de bullying,o que ocasionou motivo de conversas entre o grupo docente.
Outro grave problema é que estes alunos são oriundos em sua maioria de famílias onde a drogatização é muito presente e este fato está chegando à escola. Esta semana foi chamado um grupo da Brigada Militar para que conversasse com um grupo específico de alunos e em sua palestra pudesse orientar melhor os alunos.
No turno da manhã trabalho como bibliotecária e até pouco tempo estava substituindo a professora de inglês, que estava vago em nosso quadro. Como tenho um bom relacionamento com os alunos, fui chamada para esta reunião e convidada a realizar um trabalho de prevenção ao bowling e as drogas. São 15 alunos, todos meninos.
Em minha turma de estágio curricular passo por situações parecidas com as que estes alunos enfrentam. Vejo que como sou apenas eu trabalhando com projetos com meus alunos, consigo resolver ou amenizar muitos. Já ouvi muitas colocações como, por exemplo:--- Como tu estas conseguindo estes milagres com o aluno X ou Y? Não são milagres, é um trabalho de amor e respeito mútuo que tenho com meus alunos. É uma prática voltada para a realidade deles e com a participação efetiva deles. Nas turmas de 5ª serie no qual estes alunos estão eles tem seis professores diferentes e acredito estarem perdidos.
Minha intenção de pesquisar as vantagens do uso da tecnologia na Escola está contemplada, mas de uma forma diferente, acredito que mais direcionada na ajuda da mudança de comportamento de alunos em uma escola localizada em uma comunidade extremamente carente e com isto é necessário ter uma visão voltada para a Educação popular. Como nos coloca Becker:
"Pensamos, por isso, que o movimento próprio do processo de construção do conhecimento deve impregnar a sala de aula, em particular, e o sistema educacional, em Geral. A sala de aula deve ser inserida na História e no espaço social. O compromisso da Escola deve ser o de construir o novo, superando o arcaico, e não o de repetir, interminavelmente, o antigo."(BECKER, 1992, p. 6)
A pretensão de utilizar a tecnologia para trabalhar este tema se torna forte, pois nos dias de hoje o espaço educacional deve propor a seus alunos maneiras diferente de integração na realidade. Estou elaborando um projeto para trabalhar com eles e fiquei pensando:
Como a tecnologia pode ajudar a combater a violência e as drogas na Escola?
Neste projeto vou ter contado com estes alunos por 2 horas ao dia, os cinco dias da semana. No dia 23 de agosto vou ter meu primeiro contato. Quero escutar as idéias que eles trazem e propor algumas. Nossos encontros serão na biblioteca da escola, que é onde ficam os computadores.
Em curto prazo foi pensado na reunião que a Direção e a Brigada tiveram com estes alunos que pesquisem sobre o assunto e apresentem para a Escola no dia 1° de setembro. Eu tendo poucos dias vou elaborar este trabalho como disparador de minha pesquisa e nominá-lo como “acolhimento”, “integração”, “conhecimento”, não sei ainda.
Penso em preparar material com a tecnologia: como pesquisa na internet, músicas, filmes de “esquetes” que eles mesmos podem criar e gravar, blog, slides, banner. Tenho como base para este começo as palavras do professor Moran:
"É importante educar para usos democráticos, mais progressistas e participativos das tecnologias, que facilitem a evolução dos indivíduos. {...} Urge também a educação para as mídias, para compreendê-las, criticá-las e utilizá-las da forma mais abrangente possível."(Moran, 2007)
Como abranger de forma possível este tema que hoje está tão em pauta e com a utilização da tecnologia? Será realmente possível? Os alunos terão uma mudança e evolução em seu comportamento, não apenas de forma superficial, mas de maneira a transformar a realidade?
REFERÊNCIAS:
MORAN, José Manuel. Desafios na Comunicação Pessoal. 3ª Ed. São Paulo: Paulinas, 2007, p. 162-166. Disponível em: http://www.eca.usp.br/prof/moran/textos.htm - Acessado em: 22/08/2010.
http://www.crmariocovas.sp.gov.br/pdf/ideias_20_p087-093_c.pdf Acessado em: 22/08/201
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