sexta-feira, 10 de abril de 2009

RELATO DE UMA AULA!

DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM SOB O ENFOQUE DA PSICOLOGIA II
- EIXO VI - 2009

Professora: SIMONE BICCA CHARCZUK
Aluno: Maria Pinto Bitelle
marbitpi@gmail.com
Data: 05|04|2009
AÇÃO
Trabalho com uma turma de EJA, etapa III, que corresponde à quinta série do ensino fundamental de oito anos com a área do conhecimento de ciências matemática.
Como os alunos desta turma está há muitos anos sem estudar e morrem de medo da matemática levei uma atividade que tinha o objetivo de colocar para os alunos que os números fazem parte de nosso cotidiano. Para a atividade os alunos foram divididos em grupos. Foi lançado para os grupos refletirem:
OS NÚMEROS EM NOSSA VIDA
• Onde há números em nossa vida?
• Para que vocês os usam?
Após o debate em grupo os alunos deveriam confeccionar cartazes com suas respostas.
Durante a realização da atividade os alunos usaram revistas para auxiliar nas respostas e notei que eles me chamavam nos grupos para colocar que utilizavam os números até nos textos. Um grupo colocou, quando me chamaram, que números não são só para as “continhas” .As poucos meus alunos foram chegando a conclusões muito importantes para eles mesmo, que os números na matemática fazem parte de nosso cotidiano.
No final da aula, após a apresentação dos grupos para o grande grupo, a turma chegou às conclusões:
Se os números fazem parte de nossa vida, a matemática é parte também e por isso é fácil.
Acredito que quando coloquei as questões para os alunos discutirem em grupos e quando eles começaram a pesquisar nas revistas para colocar em seus cartazes, os alunos interagiram com o material o que proporcionou ações deles com o meio. E no momento que chegavam as conclusões, era ações dos sujeitos sobre eles mesmo, trocando desta maneira a visão de que os números, que em grande parte representam a matemática, estão no nosso dia a dia tornando_se assim mais fácil para aprender. Reestruturando desta forma os preconceitos que os alunos tinham sobre o estudo da matemática.

ESTA ATIVIDADE ME PROPORCIONOU DEMONSTRAR QUE AS TEORIAS ESTUDADAS NO PEAD, PODEM SER APLICADAS NA PRÁTICA, DURANTE AS AULAS COM NOSSOS ALUNOS.

domingo, 22 de março de 2009

Inclusão!




Eu não consigo me imaginar em um mundo assim!Ficaria perdida!

sábado, 21 de março de 2009

"Educação Especial: histórias e políticas"


REFLEXÕES NO FÓRUM....
MINHA PRIMEIRA POSTAGEM!
RECORTE DO FÓRUM:
21/03/2009 23:12:19
MARIA PINTO BITELLE

A sociedade sofreu muitas transformações nos últimos anos, a educação não poderia ficar de fora e também mudou. As pessoas portadoras de necessidades especiais obtiveram direitos que antes não tinham, como por exemplo, rampas de acesso nas ruas para as que necessitam do uso de cadeiras de rodas. Ainda são precárias estas condições dentro de nosso país, pois não são todos os lugares que possuem. A Escola aos poucos foi por determinação das leis, assim como o restante da sociedade, adaptando-se e mudando para receber alunos portadores de necessidades especiais, a chamada lei da inclusão. Na rede pública onde trabalho sinto que estas mudanças são morosas. Fico pensando se estamos preparados para receber estes alunos que com certeza em minha opinião possuem direitos à educação igual a qualquer pessoa. Vejo que não. Se fosse necessário dar aulas para um aluno que não enxergasse, por exemplo, não saberia o que fazer e teria que fazer o que sempre costumamos fazer frente aos desafios, que é aprender para ensinar, porém acredito que falta incentivo por parte de nossas mantenedoras, acho que elas deveriam nos dar, além das modificações na estrutura da escola, cursos que nos capacitasse para qualquer situação de inclusão.

terça-feira, 17 de março de 2009

SONHANDO OU ACORDADA.....

Há quem diga que todas as noites são de sonhos.
Mas há também quem garanta que nem todas, só as de verão.
Mas no fundo isso não tem muita importância.
O que interessa mesmo não são as noites em si, são os sonhos.
Sonhos que o homem sonha sempre.
Em todos os lugares, em todas as épocas do ano, dormindo ou acordado."
( Shakespeare )

A TODOS UM ÓTIMO SEMESTRE!

domingo, 16 de novembro de 2008

FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO!

Com as Reflexões e pesquisa que realizamos sobre o Financiamento da Educação em nosso Município percebo que ainda não conhecia os conselhos que fiscalizam as verbas que são repassadas para nossas Escolas. Acredito que seja de suma importância nos ater de todas as informações que dizem respeito à Educação e este tema acaba muitas vezes despercebido, pois faz parte da realidade burocrática da Escola e muitas vezes, em sala de aula não temos acesso. Este trabalho foi de grande valia em minha prática pedagógica, pois me levou a ficar mais interada em todos os assuntos, tendo de agora em diante uma visão mais ampla da Escola.

VÍDEO - EXERCÍCIOS NA TERCEIRA IDADE!




Muito interessante este vídeo, nós o colocamos como material para estudo em nosso Projeto Temático de Psicologia da Vida Adulta!

PROFISSIONAIS NA EDUCAÇÃO!

Como é bom poder desabafar sobre nossa profissão com os colegas do PEAD, pois todos são profissionais da Educação como eu e passam pelas mesmas angústias e anseios.Muitos colegas pelo que li no fórum da Interdisciplina sobre os Profissionais da Educação trabalham como eu na rede pública municipal em Gravataí.Nossas histórias são parecidas, com muitas lutas em muitos anos atuando neste vasto campo que é a educação.

Um recorte de minhas palavras no fórum:

"Caros colegas, lendo este desabafo inicial de cada um, percebo que para ser “Professor” é necessário ter um ato de amor. Trabalho, como alguns colegas na rede pública municipal há 27 anos. Já passei por muitas coisas, como o colega Paulo coloca por muitas situações em que tivemos que lutar por mais valorização e qualificação. As situações vividas em sala de aula, ou fora dela, são muitas. Já tive momentos de desânimo por em alguns momentos acreditar que não vale muito as lutas, as pequenas conquistas, mas quando olho o tempo que passou, não tenho motivos para me arrepender de ter escolhido “ser professora”. O curso do PEAD, em 2006, quando ingressei, em muito contribuiu para que pudesse sair de uma apatia de que em nossa profissão nada mais adianta, pois tudo que sonhamos não passa de mera Utopia. Acredito que não tenha uma solução apenas, mas ações, no qual cada um de nós deva realizar na e para educação. Não sei se com isto o patamar educacional vai melhorar, ou se seremos mais valorizados, mas como a Nara, penso que devemos continuar lutando e assim, se mais alguns pensarem não seremos mais solitários. Claro que não estou com os olhos fechados e achando que tudo é amor, por exemplo, nesta quinta-feira os profissionais na educação municipal de Gravataí, estarão mais uma vez mobilizados para não perder os direitos adquiridos com o tempo, neste caso será pela manutenção do IPAG, nosso Instituto de Previdência e Assistência, como sempre estarei nesta. Até breve. "